Água no feijão!

Eu voltei! =) haha Lembrei a minha senhaa radical.(Nada de dicas de senha por aqui)

Não que eu imagine que alguém leia isso,ainda mais por ter apenas 3 textos nada promissores e meu abandono não oficial, mas vou continuar escrevendo por um motivo tão abstrato quanto a minha “conversa” de agora com um possível leitor fatasma.

O pensamento de volta se consiste em algo que já virou a proteção de tela da minha cabeça,vive me perturbando…

Porque uma coroa, é do jeito que é? Generalizando,claro,a representação é mais ou menos a mesma:Pontuda!

E ja repararam que o chapéu de um “bobo da corte” lembra uma coroa..”Murcha”?

O meu primeiro pensamento pela coroa do rei, foi na idéia de algo pra chamar atenção pra cabeça…por ser o mais inteligente, e dessa forma destacar a cabeça, e que era pontuda pra “espetar” os maus pensamentos, e que por esse “abismo” só passariam pensamentos realmente fortes para permanecer e atingir a cabeça do rei.

Mas depois,fiquei pensando que, como uma criança apaixonada por “contos de fadas” que eu fui, nunca ouvi uma história com  ”bobos da corte” em que, de uma forma ou de outra,eles fossem muito mais inteligentes moralmente que os reis, concluo diretamente o pensamento: “o chapéu murcho não espeta pensamentos ruins”dessa forma o tal bobão não filtra influências, e com mais trabalho pra segregar idéias, aprende muito mais,porque é obrigado a pensar.

Nossa!Viajei.

lembrar de comprar uma coroa de rei!

2 respostas para Água no feijão!

  1. Isso, isso, isso! Seu público fiel clama: volte!
    Quero saber, queremos saber, todos querem saber… o que distrai a sua cabeça.

    Prometo comentar sempre!

    Beijos!!!!

  2. pensando desse modo, vale mais ter a majestade do bobo da corte, que sabe receber – cantando, dançando – uma diversidade bastante grande de interferências, do que a proteção que a coroa proporciona ao rei fazendo com o mesmo se isole numa condição pré-establecidade pela sua própria posição.

    digamos que em alguns momentos das nossas vidas sentamos no nosso troninho particular e colocamos nossas coroas pontiagudas na esperaça de encontrar soluções mirabolantes para os nosos problemas. o que não percebemos é que é esse o início para a queda que nos coloca no fundo de um abismo particular que não tem mais possibilidades de saídas, pois fecha nossa cabeça num unvierso que só soube gerar problemas. cabeça essa que jamais será capaz de gerar soluções, possibilidades, pois foi quem nos levou ao fundo de tal abismo.

    viajamos…
    maravilha!

    beijos, ziza.

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